Ensino Fundamental
Literatura
Bem-me quer, mal-me-quer. Margarida par, ou margarida ímpar?
A história desse livro pode ser vista em Mathema Recomenda.
Conteúdos números
Objetivos: leitura, escrita e resolução de problemas; realizar contagens; perceber que os números naturais podem ser classificados em pares ou ímpares.
1ª etapa
Leitura preditiva
  • Comece fazendo um círculo com sua classe e explorando detalhes do livro antes de ler a história. Que livro é esse? Quem conhece? Quem já viu uma margarida? O que tem nessa capa? Do que será que a história vai falar?
  • Proponha a eles que escrevam uma história coletiva sobre as primeiras impressões que tiveram da capa do livro. Eles podem inventar a história e guardar para voltarem a ela quando tiverem lido o livro todo.
2ª etapa
conhecendo a história
  • Faça uma leitura pausada com a classe, parando para criar algum suspense, ou fazer uma problematização durante a leitura. Por exemplo, parar a leitura na página 8 e discutir com o grupo a pergunta do Bacana.
  • Aproveite ainda para conversar com eles o que sabem sobre par e ímpar, como eles brincam de par ou ímpar em um jogo, como fazem para saber se um número é par ou ímpar. Deixe que expliquem e depois organize com a classe um texto coletivo, ou uma lista de formas para decidir se “ é par, ou ímpar”.
  • Deixe de tarefa de casa que peçam ao pai ou à mãe um exemplo de número ímpar entre 0 e 50 e um exemplo de número par no mesmo intervalo. No dia seguinte prepare uma tabela na qual de um lado sejam marcados os números pares e de outro os ímpares. Eles devem colocar os números ditos pelos pais no lado certo da tabela e depois de todos terem feito isso, você pede para que todos observem a tabela e falem tudo o que descobrirem. Anote as respostas no quadro e depois solicite que registrem no caderno. Provavelmente devem surgir comentários tais como os números pares terminam em 0, 2, 4, 6 e 8; os ímpares começam no 3, etc.
  • Peça que voltem à página 9 do livro e que analisem agora as respostas de Risonho e que vejam porque o Bacana achou que elas estavam certas.
  • Desafie-os a descobrirem um segredo na numeração das páginas do livro e explicarem oralmente o que é.
  • Se você fosse a Lindinha, acreditaria no Risonho? Por quê?
3ª etapa
Os desafios do Arlequim
  • Peça a eles que encontrem o Arlequim e descubram o que ele é.
  • Analise a roupa dele e as formas geométricas que aparecem. Faça uma lista.
  • Em um outro momento dê figuras geométricas variadas e coloridas e peça que criem um novo chapéu para o Arlequim, depois discuta cada um, analise as figuras e organize uma exposição na escola dos chapéus de Arlequim apresentados pelos alunos.
  • Peça para que investiguem em quais páginas o Arlequim aparece, fazendo o que. Eles devem descobrir quantas vezes ele aparece em páginas pares e quantas vezes em páginas ímpares.
  • Escolha alguns dos desafios do Arlequim para propor aos alunos, usando estratégias diferentes para explorar cada um. Por exemplo, propondo que resolvam em duplas; ou propor uma dramatização (os das páginas 17 e 20 são bons para isso); fazendo com o problema do camelo o que chamamos de problema da semana, ou seja, um problema que fica em um mural na classe durante uma semana, para que os alunos anexem suas soluções. Ao final a professora conduz uma discussão coletiva sobre as diferentes soluções que forem apresentadas.
4ª etapa
Apareceu a margarida
  • Releia com eles a página 14 e discutam como o Bacana está ensinando ao Risonho a contar as pétalas das margaridas.
  • Pergunte por onde deveriam começar a contar caso a margarida tivesse 15 pétalas, e se tivesse 32?
  • Brinque com o bem-me-quer, mal-me-quer dando a eles uma seqüência dessas expressões. Eles devem ler a seqüência, descobrir se ela foi dita para uma margarida par ou uma margarida ímpar e tentar descobrir quantas pétalas a margarida desfolhada naquela seqüência tinha. Por exemplo bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, é uma seqüência para uma margarida ímpar, de 11 pétalas. Se eles tiverem dúvidas volte com eles a ler as páginas 12 a 15 do livro.
  • Peça que façam uma estimativa do número de pétalas que uma margarida pode ter. Organize as estimativas deles em uma tabela. Se desejar faça um gráfico a partir da tabela que mostre as estimativas (para saber mais sobre gráficos veja na Seção Recreio uma possibilidade de trabalho). Eles podem fazer um desenho sobre isso.
        
  • Compre margaridas para eles despetalarem, contarem e analisarem os seguintes pontos: se fossem fazer bem me quer, por onde começariam contar nas suas margaridas? A diferença entre o número de pétalas das margaridas é grande? Qual é o maior número de pétalas que encontraram? E o menor?
  • Volte com os alunos para as estimativas que eles fizeram e discuta quais foram as melhores estimativas e porque.
  • Proponha que façam seqüências de bem-me-quer, mal-me-quer para as margaridas deles e que troquem entre si para um descobrir o número de pétalas da margarida um do outro.
5ª etapa
Fechando o trabalho
  • Para encerrar o trabalho, proponha que façam uma dramatização da história. Eles podem planejar como farão - fantoches, teatro de sombras, etc- constroem o cenário, ensaiam e apresentam para uma outra classe
  • É interessante também que os alunos em duplas, ou trios, produzam um texto explicando tudo o que aprenderam com a leitura e o trabalho realizado a partir do livro.
  Fotos e produções dos alunos do Colégio Magno cedidas pela coordenadora de matemática da escola Estela Milani